A Via Oceânica
Serviços Via Oceânica | Alojamento de Páginas - Web Design - WEBMAIL - Portfólio
Entretenimento | Fórum - Anedotas
Utilidades | Agenda - Bolsa de Emprego - Classificados
pesquisa
Directório Açores Mundial Shopping
Domingo, 17 de Dezembro de 2017
Canal Notícias Ilha
Passaporte Via Oceânica
Utilizador:

Senha:


Novo Passaporte Ajuda

Actualidade
Agricultura
Ambiente
Arte
Automobilismo
Comunidades
Cultura
Desporto
Economia
Educação
Empreendedorismo
Entrevista
Exposições
Finanças
Fotografia
Lazer
Mercados
Música
Negócios
Noticias TV
Opinião
Pescas
Política
Religião
Sanjoaninas
Saúde
Tecnologias
Turismo
UNICEF
Solidariedade
Corvo
Faial
Flores
Graciosa
Pico
Santa Maria
São Jorge
São Miguel
Terceira

UNICEF


DADOS MAIS RELEVANTES DA SITUAÇÃO MUNDIAL DA INFÂNCIA 2009

Dados genéricos sobre Mortalidade Materna

Em 2005, foram 536 000 as mulheres que morreram por causas relacionadas com a gravidez e o parto. Mais de 99 por cento destas mortes ocorreram nos países em desenvolvimento – a maior parte dos quais se situam em África e na Ásia. Em média, 1500 mulheres morrem por dia na sequência de complicações relacionadas com a gravidez e o parto.

O risco médio de (ocorrência de) morte ao longo da vida por complicações associadas à gravidez e ao parto para uma mulher que viva num dos países menos desenvolvidos é 300 vezes superior ao que corre uma mulher que viva num país industrializado. Nenhuma outra taxa de mortalidade é tão desigual.

Para as mulheres no mundo em desenvolvimento, o risco de morte materna ao longo da vida é de 1 em 76, comparado com uma probabilidade de apenas 1 em 8000 para as mulheres nos países industrializados.

Na Irlanda, o risco de morte materna ao longo da vida é de 1 em 47 600;por outro lado, as mulheres no Níger enfrentam o mais elevado risco de morte materna, de 1 em 7.

Para cada mãe que morre, estima-se que 20 outras sofram de doenças associadas à gravidez ou outras consequências graves. É o que acontece a cerca de 10 milhões de mulheres todos os anos.

Nos países industrializados, o rácio de mortalidade materna (RMM) manteve-se praticamente estático entre 1990 e 2005, situando-se ao nível de 8 por 100 000. Em termos globais, os RMM nos países em desenvolvimento são muito elevados. Na Serra Leoa, o país com a mais elevada taxa de mortalidade materna, o rácio é de 2100 mortes maternas por maternas por 100 000 nados vivos.

O Objectivo de Desenvolvimento do Milénio 4 apela a uma redução de dois terços da taxa de mortalidade materna até 2015. A fim de atingir esta meta, o mundo terá de conseguir uma redução de 70 por cento das mortes maternas entre 2005 e 2015.

Mortalidade Neonatal

Os bebés cujas mães morrem durante as primeiras seis semanas após o seu nascimento têm muito mais probabilidades de morrer nos primeiros dois anos de vida do que os bebés cujas mães sobrevivem. Num estudo realizado no Afeganistão, por exemplo, cerca de três quartos dos bebés nascidos de mães que morreram por causas associadas à maternidade acabaram por morrer também.

Uma criança nascida num dos países menos desenvolvidos tem quase 14 vezes mais probabilidades de morrer durante os primeiros 28 dias de vida do que uma criança nascida num país industrializado.

Os dez países com as mais elevadas taxas de mortalidade neonatal – que medem o número de mortes nos primeiros 28 dias de vida – são: Libéria (66 mortes por 1.000 nados vivos), Costa do Marfim (64), Iraque (63), Afeganistão (60), Serra Leoa (56), Angola (54), Mali (54), Paquistão (53), República Centro-Africana (52), e Lesoto (52).

Os padrões regionais de morte neonatal estão estreitamente relacionados com os da mortalidade materna. De entre os dez países com taxas de mortalidade neonatal mais elevadas, cinco deles (Libéria, Afeganistão, Serra Leoa, Angola e Mali) também fazem parte dos dez países com a mais elevada mortalidade materna ou o mais elevado risco de mortalidade materna ao longo da vida.


Nos países industrializados, a taxa de mortalidade neonatal em 2004 era de apenas 3 por 1 000 nados vivos.

A taxa global de mortalidade neonatal desceu um quarto entre 1980 e 2000, mas o ritmo da sua redução foi muito mais lento do que o da taxa global de mortalidade infantil de menores de cinco, que desceu um terço.

Quase 40 por cento das mortes de menores de cinco anos ocorrem nos primeiros 28 dias de vida, três quartos das quais têm lugar na primeira semana. O número de mortes neste ? período neonatal que representava 23 por cento da taxa de mortalidade de menores de cinco anos em 1980 passou para 28 por cento em 2000.

As taxas de mortalidade neonatal são cerca de 20 a 50 por cento mais elevadas para os 20 por cento das famílias mais pobres do que para igual fracção das famílias mais ricas. Em relação à mortalidade materna, também prevalecem disparidades semelhantes.

Tal como acontece com as mortes maternas, 98 por cento das mortes neonatais ocorrem nos países de baixo e médio rendimento, sendo a na sua maior parte evitáveis.


Causas Directas e Subjacentes da Morte Materna e Neonatal

Três quartos de todas as mortes maternas ocorrem por complicações durante ou imediatamente após o parto. Essas complicações incluem: hemorragia (25 por cento das mortes maternas); infecções (15%); aborto sem condições de segurança (13 %); eclampsia ou perturbações de hipertensão associadas (12 %); e trabalho de parto obstruído (8%).

Cerca de 86 por cento do número global de mortes de recém-nascidos são o resultado directo de três causas principais: 1) infecções, incluindo sépsis/pneumonia, tétano e diarreia, 2) asfixia, e 3) nascimentos prematuros.
• As infecções estão na origem de 36 por cento de todas as mortes de recém-nascidos.
• A asfixia causa 23 por cento das mortes de recém-nascidos.
• Os nascimentos prematuros causam 27 por cento das mortes de recém-nascidos.




O casamento precoce como factor da Mortalidade Materna:

• cerca de 70 000 raparigas com idades entre os 15 e os 19 anos morrem anualmente na sequência de complicações associadas à gravidez ou ao parto – correspondendo a cerca de sete por cento do total da taxa de mortalidade materna.
• As raparigas que dão à luz antes dos 15 anos têm cinco vezes mais probabilidades de morrer durante o parto do que as mulheres na casa dos 20 anos.
• Se uma mãe for menor de 18 anos, o risco de o seu bebé morrer no seu primeiro ano de vida é 60 por cento maior do que o de um bebé cuja mãe tenha mais de 19 anos.
• No mundo, mais de 60 milhões de mulheres com idades entre os 20 e os 24 casaram-se antes dos 18 anos. Nalgumas partes da Ásia e de África, a incidência do casamento precoce aproxima-se dos 50 por cento.

Factores que influenciam a Saúde Materna e Neonatal

Sinais de Progresso:
• Foram alcançados progressos substanciais em muitas áreas chave da saúde materna. Por exemplo, 75 por cento das mulheres nos países em desenvolvimento recebem agora cuidados pré-natais por parte de um técnico qualificado pelo menos uma vez durante a gravidez.
• Os progressos no Sul da Ásia são particularmente notáveis, de 46 por cento por volta de 1995 para 65 por cento em 2005.
• Verificou-se uma melhoria acentuada nos partos assistidos por técnicos qualificados em todas as regiões do mundo em desenvolvimento na última década, com excepção da África subsariana.

Vários estudos revelaram que aproximadamente 80 por cento das mortes maternas poderiam ser evitadas se as mulheres tivessem acesso a serviços essenciais de maternidade e cuidados de saúde básicos.

Três quartos de todas as mortes maternas ocorrem na sequência de complicações durante ou imediatamente após o parto. Técnicos de saúde qualificados com acesso a medicamentos essenciais, produtos e equipamento para prestar cuidados adequados poderiam evitar a maior parte dessas mortes.
Um quarto dos partos não assistidos que ocorrem no mundo tem lugar na Índia, um dos dez países que, no seu conjunto, são responsáveis por 2/3 dos nascimentos não assistidos por técnicos de saúde competentes.

Em cada país, a probabilidade de uma mulher receber assistência durante o parto varia amplamente consoante a sua localização geográfica e o seu estatuto económico. Em 2000, apenas 20 por cento dos partos nas comunidades rurais foram assistidos por um técnico qualificado, comparados com os 69 por cento nas áreas urbanas. E, no conjunto dos países em desenvolvimento, os partos das mulheres provenientes dos 20 por cento de famílias mais pobres têm metade da probabilidade de vir a ser assistidos por técnicos de saúde qualificados do que os partos dos 20 por cento das mulheres provenientes das famílias mais ricas.

O mundo está a braços com uma escassez de 4.3 milhões de técnicos de saúde, verificando-se um declínio em todas as regiões excepto na Europa. Não existem técnicos de saúde – médicos, enfermeiros ou parteiras – em número suficiente para assistirem a todos os nascimentos que ocorrem no mundo.

Segundo um estudo realizado, os países precisam em média de 2.28 profissionais de cuidados de saúde por 1000 pessoas para conseguirem alcançar o nível mínimo desejável de cobertura da assistência qualificada durante os partos. Cinquenta e sete países ficam aquém deste limiar, 36 dos quais se situam na África subsariana.

Os países onde mais se faz sentir a escassez de técnicos de saúde em números absolutos são o Bangladeche, a Índia e a Indonésia. Porém, a maior necessidade relativa situa-se na África subsariana, onde o número de técnicos de saúde teria de subir 140 por cento para alcançar a proporção necessária.

Muitas mulheres nos países em desenvolvimento não são ouvidas no que diz respeito aos seus próprios cuidados de saúde. No Mali, Burkina Faso, Nigéria, e Malawi, por exemplo, mais de 70 por cento das mulheres afirmam que só os seus maridos tomam as decisões relativas aos seus cuidados de saúde (ver gráfico na página 40).

Estudos conduzidos no mundo em desenvolvimento (com a excepção da América Latina) revelam que mais de um terço das mulheres inquiridas afirmaram que só os seus maridos tomam as decisões relativas aos seus cuidados de saúde..


16/01/2009 - 10:51

Fonte: Gabinete de Imprensa ()

Voltar a UNICEF | Enviar a um amigo | Imprimir

Multimédia
Rádio Lumena

Actualidade regional e local da ilha São Jorge.
Segunda-Feira
Terça-Feira
Quarta-Feira
Quinta-Feira
Sexta-Feira

Rádio Ponte

Noticiários Diários

Rádio Graciosa

Actualidade regional e local da ilha Graciosa.
Segunda-Feira
Terça-Feira
Quarta-Feira
Quinta-Feira
Sexta-Feira
Sábado
Domingo


Shopping

Tons quentes

O designer japonês Richman Sato utiliza tons terra para dar a estes símbolos de natal, estilizados e...

Apenas €4,90
Detalhes

Golfinhos flurescentes

Golfinhos florescentes e autocolantes da GLOWKING para alegrar o quarto dos seus filhos...

Apenas €14,70
Detalhes

VULCÃO DOS CAPELINHOS

VENDEMOS EM AMPLIAÇÃO COLADA EM PLACA ANTI-HUMIDADE20X30 50 EUROS30X40 75 EUROS40X60 100 EUROS...

Apenas €50,00
Detalhes

O Portal Azores Global é um serviço Via Oceanica, Lda.

Contactos - Ajuda - Adicionar aos Favoritos - Colocar como HomePage

Email de Contacto: webmaster@viaoceanica.com
Copyright © Via Oceânica, Lda. 1998 - 2002